Como fazer Devocional Diário?

   Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. 2 Timóteo 3:16,17

O devocional é um momento que separamos para dedicar a Deus, à nossa fé e nossa vida. É um momento que nos tiramos para ler a bíblia “Meditar” e realizar nossas orações diárias. Há quem também aproveite este tempo para ouvir  e cantar louvores, e ouvir musicas Evangélicas, com objetivo de adorar a Deus.

Quem deseja aproveitar o tempo do devocional para louvar deve escolher com antecedência qual música gospel ouvir, ou, pelo menos, deixar tudo preparado para que o louvor funcione como real arma de guerra.

Geralmente devocional e individual, ou mesmo famílias ou em grupos Cristão realizar o devocional ao mesmo tempo, o ideal é cada faça sua leitura, reflexão e suas orações.

Pense e organize-se para fazer seu devocional que edifique sua vida e pratique.

O que é um devocional diário?

Um devocional diário é aquele momento que você dedica para seu relacionamento com Deus. Normalmente, nesse momento, você lê a Bíblia, você ora, você louva, você faz reflexões sobre a Bíblia e busca meditar na Palavra de Deus.

A Bíblia ensina todas as pessoas em todos os lugares como viver, tomar decisões e agir. Ela possui princípios de espiritualidade e outros princípios que são altamente aplicáveis a vida do cristão.

Se você tem o desejo de ler e entende a Bíblia quero indicar este material Clique aqui

Como muitas pessoas não têm a facilidades para fazer um devocional diário por causa das distrações e se perdem na correria do dia-a-dia. Aqui vai algumas dicas Primeiro:

Dicas:

  1. A) De o Primeiro Passo

Isso mesmo De o Primeiro Passo, mas comece!

Sabe qual é o passo mais difícil?  Dar o Primeiro passo.

 E para você ter o hábito de fazer seu devocional diário os primeiros dias serão mais difíceis porque não hábito de fazer no mesmo horário, e as distrações fazem Você perder o foco.

Então comece devagar. Comece com 15 minutos, depois aumente para 20, quando menos espera esta fazendo 1 hora.

  1. b) Crie metas para seu devocional diário

Ao estipular metas você se mantém motivado. Você olha para trás e vê o quanto já evoluiu!

Não foque em ter metas de tempo apenas, por exemplo, “quero fazer um devocional diário de 1 hora”, tenha metas que estejam alinhadas ao seu novo hábito de meditação diária e vida devocional, mas também ao seu crescimento pessoal e ao espiritual.

Procure aplicar a mensagem devocional à sua vida com atitudes e você irá fortalecer sua vida espiritual, além de adquirir sabedoria para lidar com os desafios da vida.

Para começa você poder inicia com Salmos, Provérbios ou uns dos livros que mais gosto da Bíblia.

  1. C) Organize-se antes do Devocional

Avalie sua rotina e defina qual é o melhor horário e local para fazer seu devocional diário. Muitas pessoas preferem de manhã, outros, no final do dia e outras preferem o silêncio da madrugada.

Qual é o seu melhor momento, aquele que se sente mais disposto e tranquilo?

Qual o melhor local para seu devocional diário?

Deixe sua Bíblia e tudo o que for precisar a disposição, assim você não corre o risco de se distrair e perder tempo.

O devocional tem por objetivo nos ajudar a fortalecer nossa fé e conduta cristã. Refletimos em nossos erros e aprendemos a viver conforme a Palavra de Deus “ Bíblia.

O que você irá precisar para o seu devocional diário:

  • Uma Bíblia (você pode baixar um aplicativo, deixei algumas sugestões e links neste outro post); 

Como estudar a Bíblia?                                        

  • Caderno para anotações e caneta ou aplicativo de notas do seu smartphone; eu uso Caderno.
  • Tempo de aproximadamente 30 minutos, dependendo do capítulo e da sua velocidade de leitura; mais e o suficiente.
Como fazer devocional Diário

Aqui está uma sugestão de como você pode organizar para ter o melhor aproveitamento para fazer seu devocional diário:

Você vai iniciar  com uma leitura bíblica. Pode ser Livro que você goste mas que seja aleatório ou sequencial recomendo sequencial todos os dias. Por exemplo, comece a ler o livro de Salmos. Cada dia leia um capítulo. Medite sobre o que foi lido e faça uma oração. Você também pode ouvir uma música cristã, Louvores pré-selecionada.

Podemos resumir um devocional em:

  • Oração
  • Palavra, Versículo chave.
  • Reflexão, Leitura
  • Louvor
  • Oração:Ore, pedindo a Deus para te guiar através de Sua Palavra e te ajudar a entende texto para aplicar na sua vida.

Palavra Versículo chave: Leia o capítulo do dia e encontre o seu versículo chave.

Escreva o versículo chave que você sente que Deus está usando para te instruir na leitura.

  • Reflexão:Se pergunte: “O que Deus está me dizendo com esse versículo”?” O que Texto Bíblico ensinando”. Você pode anotar a resposta no seu caderno devocional.
  • Louvor: Como numas das dicas acima escolha louvores pré-selecionados, ou seja, de adoração de sua Escolha.

Se você ainda não tem o habito de fazer leitura diária da Palavra de Deus, ou não entender o que a Palavra diz não desista no começo também tive a mesma dificuldades, pensei em ate desisti mais olha eu aqui Diácono Adriano. Não desista! Peça ao Espírito Santo entendimento e que te guiara na sua Palavra. Se você nunca fez isso e está começando na fé cristã, a sugestão é começar pelo livro de João, lendo um capítulo por dia. Depois, leia os demais evangelhos (Mateus, Marcos e Lucas). Quando ler todos estes livros, você pode ler o resto do Novo Testamento na ordem. Amém

 

O vinho que Jesus bebia era apenas um suco de uvas ou tinha álcool?

O vinho que Jesus bebia tinha álcool?

 O texto mais famoso sobre a questão de Jesus e o vinho é a transformação da água em vinho feita por Jesus em um casamento que foi, inclusive, Seu primeiro milagre.

E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo, João 2:9  A palavra vinho destacada neste texto é a palavra grega “oinos”, que é utilizada para identificar vinho que contém álcool, um vinho fermentado.

 Observamos, por exemplo, a ordem de Paulo: E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito; Efésios 5:18 – parte entre parênteses,. Observe que Paulo usa a palavra grega “oinos” justamente para orientar que não se deve embriagar-se. Só dá para embriagar com vinho alcoólico, então fica claro, que o vinho que Jesus bebia tinha álcool. Apesar de não termos a menção clara de Jesus ter bebido vinho nesse casamento, me parece uma conclusão óbvia já que Ele transformou a água em vinho. Mas podemos ver em outros textos a indicação de que Jesus bebia vinho, pois, os fariseus o acusam de ser um bebedor de vinho (oinopotes) injustamente em Mateus 11:19.

Se o vinho que Jesus bebia tinha álcool então posso beber à vontade?

Isso quer dizer que posso toma bebida alcoólica? Não! Sabemos que era comum que os vinhos da época de Jesus fossem misturados com água. A embriaguez e proibida veementemente na Bíblia.

 Alguns comentaristas sugerem que quando o mestre-sala diz que o vinho que Jesus produziu pelo milagre era melhor que primeiro, seja uma indicação de que fosse um vinho mais puro e que, nesse caso, o primeiro vinho que havia sido servido, seria aquele vinho mais misturado com água, portanto, mais fraco, menos alcoólico, um vinho de qualidade inferior: “e lhe disse: Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior; tu, porém, guardaste o bom vinho até agora” (João 2:10).

O vinho que Jesus bebeu tinha álcool, isso é fato, é importante que não usemos esse fato como uma licença para se entregar a bebedices, como se Jesus tivesse feito tal coisa. A Bíblia tem advertências claras quanto ao perigo das bebidas (Provérbios 23:29-35). A bebida na cultura judaica era vista de uma forma bem diferente do que na nossa. Em nossa cultura a bebida não é vista com bons olhos quando faz parte da vida de um servo de Deus, devemos tomar cuidado não só com a embriaguez, mas com o bom testemunho cristão, além, é claro, dos graves problemas de dependência que a bebida pode trazer.

BEBIDA FORTE

Bebida alcoólica resultante de fermentação e que pode embriagar. A bebida mencionada em Is 5.22 era feita de cevada, misturada com ESPECIARIAS. A bebida destilada (tipo pinga, rum, etc.), de elevado teor alcoólico, não era conhecida nos tempos bíblicos.

Devemos nos perguntar: vale a pena?

Lembre-se: Você e um servo de DEUS, então não manche este nome “Jesus Cristo”.

Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade. 2 Timóteo 2:15,16

Deixe seu comentário a respeito.

O cristão pode ter árvore de natal?

O cristão pode ter árvore de natal?

Com a proximidade do Natal alguns  leitores questionando se haveria algum problema em o cristão ter uma árvore de natal em casa, já que muitos dizem que a árvore de natal tem uma origem pagã e tê-la em casa (dizem) seria o mesmo que estar adorando a deuses pagãos da antiguidade. Segundo relatos, algumas igrejas chegam até a proibir seus fieis de terem esse ornamento em suas casas.

Esse tipo de tema traz muitas dúvidas na mente das pessoas, principalmente pelo fato de que a Bíblia não fala diretamente sobre eles. Muitos ficariam super tranquilizados se houvesse um décimo primeiro mandamento, dizendo: “não montarás árvore de natal em casa”. Porém não existe tal orientação na Bíblia. Assim, creio que precisemos pensar um pouco na questão para chegarmos a uma opinião madura sobre o tema.

Se você quer colocar uma árvore de natal em casa, qual a sua intenção com isso?

O simples argumento de que algo foi usado por pagãos no passado não me convence de que não podemos usá-lo hoje. Isso porque os ímpios têm a capacidade de macular todo tipo de coisa em que põe a mão. Imagine, por exemplo, que os ímpios usavam o sexo (criado por Deus) em seus rituais pagãos. Então não vamos mais fazer sexo por causa dos ímpios? Os ímpios faziam cultos aos seus deuses debaixo de árvores frondosas (criadas por Deus). Não podemos então cultuar Jesus Cristo debaixo de uma bela sombra de uma árvore frondosa?

Para mim, em primeiro lugar, o que está em questão é a intenção. Com qual intenção você quer colocar uma árvore de natal em sua casa? Se houver qualquer intenção que fira algum mandamento bíblico, já está errado. Por exemplo, se você coloca essa árvore em sua casa, e com ela faz qualquer oferenda ou faz qualquer adoração que não seja ao Deus Todo Poderoso, você está pecando por isso.

Se acha que ela lhe trará prosperidade, sorte e coisas do gênero, também está no caminho errado. Porém, se você usa a árvore de natal apenas como uma decoração, sem qualquer intenção direta de infringir os mandamentos do Senhor, por que estaria errado montar essa árvore em casa? Ninguém adora um deus pagão só pelo fato de ter uma árvore de natal em casa. É preciso haver a intenção de fazer isso.

Paulo trabalhou uma questão semelhante com a igreja em Corinto. Observe o que ele disse:

 “No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus. Porque, ainda que há também alguns que se chamem deuses, quer no céu ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele. (…) Não é a comida que nos recomendará a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos.” (1 Corintios 8.4-6, 8)

Ou seja, seguindo na mesma linha de raciocínio, proibir alguém de montar uma árvore de natal em casa por causa de que alguém algum dia usou esse ornamento para adorar seus deuses, (se é que isso é verdade), é um absurdo, já que Deus é quem é o Criador real de todas as coisas e não o maligno.

Ter essa árvore de natal em casa está te trazendo conflitos?

Infelizmente muitos cristãos ainda não têm amadurecimento suficiente para viver a liberdade que Cristo os deu. Na sequência do texto que citei acima, Paulo faz uma ressalva importante, que devemos considerar:

Veja: (1 Corintios 8.7-13)

Assim, penso que não devemos, por causa do desejo de ter uma árvore de natal em casa, causar brigas, discórdias, facções, escândalos e outras desinteligências. Se for para causar qualquer dessas coisas, que não agradam a Deus, melhor optar por não ter árvore de natal alguma em casa.

Não por ser pecado em si, pois como diz Paulo, “Não é a comida que nos recomendará a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos.”, mas visando um bem maior, que é abençoar alguém com o nosso sacrifício.

Concluindo, creio que com essa breve análise nesse texto, você possa ter embasamento suficiente para tomar a sua decisão de ter ou não uma árvore de natal em casa, sem qualquer peso na consciência e com embasamento suficiente para explicar a quem quer que seja a razão dessa sua escolha.

Na maioria dos casos não haverá problema algum em você montar sua árvore em casa. Pelo contrário, sua casa ficará mais bonita com essa ornamento! Porém, seja sábio na sua decisão para não se arrepender depois.

Pastagens retirada do Blog: https://www.esbocandoideias.com

Autor: Presbítero André Sanchez

“Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará”

“Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará”

Introdução: A revolução social que aconteceu no Brasil, no mês de junho de 2013 acordou o povo brasileiro que estava dormindo enquanto a inflação voltava e o povo se distraía com os preparativos da copa.

De repente o povo acordou e bradou pelas ruas que deseja justiça dizendo que não estamos mais “deitado eternamente em berço esplêndido”.

Vivemos em um tempo em que o comodismo e o conforto são tão almejados pelas pessoas que até mesmo as igrejas estão buscando isso. As pessoas querem ir a uma Igreja onde tenha um bom templo, com ar condicionado, poltronas confortáveis, boa música e uma palavra agradável.

Você está dormindo espiritualmente?

Vamos analisar as palavras do texto, comparando com a Parábola das 10 Virgens em Mateus 25.1-13

1- DESPERTA: “desperta, ó tu que dormes” v.14ª

Na Bíblia o sono muitas vezes é comparado com a morte (Salmos 13.3I Tessalonicenses 4.13-15). Muitas pessoas pensam que estão vivas, mas estão dormindo espiritualmente e morrerão se não acordarem a tempo.

O primeiro erro das virgens néscias foi dormir. Como poderiam dormir se estavam próximas de se casar e esperavam seu noivo? Mas elas dormiram (Mateus 25.5).

Alguns exemplos bíblicos de pessoas que foram despertadas:

Ester que estava despercebida de que seu povo pereceria, então Modecai lhe despertou (Ester 4.13,14).

Marta também estava dormindo espiritualmente embora parecesse bem acordada, mas Jesus a despertou para ouvir suas palavras (Lucas 10.40,41).

Jonas dormia no barco em meio à tempestade que ele mesmo havia provocado e foi acordado pelos marinheiros (Jonas 1.5).

Pedro, Tiago e João dormiam quando Jesus pediu que orassem e vigiassem com Ele no Getsêmani (Marcos 14.37).

O inimigo quer que a Igreja adormeça espiritualmente para pensar que está viva, mas fraca e sem forças para trabalhar. Por isso a Igreja precisa acordar.

Você está vivendo em sonolência espiritual?

Acorde enquanto há tempo!

2- LEVANTA: “levanta-te de entre os mortos” v.14b

As virgens néscias haviam se deitado e levantaram tarde demais, porque já era meia noite e não tiveram tempo de preparar suas lâmpadas (Mateus 25.6,7).

Alguns exemplos bíblicos de pessoas que Deus mandou levantar foram:
-Daniel se prostrava diante da revelação de Deus e o Senhor o mandava levantar (Daniel 10.11).
-A filha de Jairo que Jesus ressuscitou e mandou levantar (Marcos 5.41).

-O paralítico que Jesus mandou levantar e tomar o leito (Marcos 2.11) para começar a andar e trabalhar ao mesmo tempo.

-Bartimeu, o cego que queria ver Jesus deu um salto quando Jesus o mandou levantar que até perdeu a sua capa (Marcos 10.49,50).

Muitas pessoas estão dormindo sentadas porque começaram a andar no conselho dos ímpios, pararam no caminho dos pecadores e sentaram na roda dos escarnecedores (Salmos 1.1).

Não adianta acordar e ficar deitado do mesmo jeito. É preciso levantar para provar que está acordado. Uma das formas de conseguir ficar acordado muito tempo é ficando em pé. A primeira coisa que fazemos para dormir é deitar.

Você está deitado espiritualmente?

Levante-se porque o Senhor te chama!

3- ILUMINA: “Cristo te iluminará” v.14c

A luz incomoda quem está nas trevas. Jesus disse que nós somos “a luz do mundo” (Mateus 5.14) porque Ele é a luz verdadeira que nos ilumina (João 8.12). Somos como as estrelas que não têm luz própria, mas refletem a luz do sol.

As virgens néscias ficaram no escuro porque não tinham preparado o azeite necessário para iluminar sua caminhada e quando foram ver já era tarde demais (Mateus 25.8-10)

Algumas pessoas da Bíblia que receberam uma luz foram:

-Paulo no caminho de Damasco que era cego espiritual e viu uma grande luz que depois abriu os seus olhos (Atos 9.1-10).

-Pedro quando estava preso e a Igreja orava por ele, uma luz veio no meio das trevas do calabouço (Atos 12.7).

O carcereiro que prendeu Paulo e Silas, pediu uma luz e então desejou ser salvo (Atos 16.29).

A luz do dia demonstra que é tempo de trabalhar, pois “é necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar (João 9.4). Então é tempo de mostrarmos a nossa luz para aqueles que estão em trevas e escuridão do pecado. Por isso não podemos esconder a nossa luz (Mateus 5.15).

Sua vida tem sido luz?

Ilumine a vida de quem está em trevas!

Acorde, levante e ilumine!

CONCLUSÃO:

É muito difícil acordar uma pessoa que não quer ser despertada. Mas quando a pessoa sabe que precisa levantar apenas um toque é necessário para isso. Não durma espiritualmente, procure ficar de pé para não adormecer e mantenha forte a sua luz.

Haverá um tempo em que as almas que estão se perdendo no mundo acordarão e buscarão sedentas pela presença de Deus em nossas igrejas. Neste momento a Igreja precisa estar preparada e bem acordada para cuidar destas vidas.

Você está bem acordado?

Por que a pornografia sempre te derrota?

Por que a pornografia sempre te derrota?

De um lado a indústria da pornografia é uma das maiores existentes em nosso mundo. São filmes, sites, revistas, programas de tevê e uma série de materiais produzidos todos os dias com o objetivo de dar pornografia a uma multidão de pessoas ávidas por esse material. É uma indústria multibilionária. Não é de se admirar que vemos pornografia na maioria dos lugares neste mundo e com uma facilidade de acesso impressionante. Do outro lado estão cristãos sinceros lutando para não acessar e não trazer para suas vidas esse tipo de material prejudicial. Uma pesquisa realizada em 2011 pelo grupo americano “ChristiaNet”, revelou que 50% dos cristãos têm problemas sérios com a pornografia. Hoje, com o avanço da Internet, certamente esse número é ainda maior.

Ultimamente tenho recebido muitos e-mails de cristãos, homens e mulheres, pedindo ajuda, pedindo conselhos a respeito de como deixar a pornografia. Todos trazem os mesmo problemas alguns ate vence mais logo cair no mesmo erro novamente.

Pensando nisso escrevi esse artigos, busquei algumas fontes para melhor ajudar os irmãos e vence suas fraquezas.

Coisas que você faz que ajudam a pornografia a te derrotar
(1) Você e negligente com sua comunhão com Deus

Quem tem problemas com pornografia não pode negligenciar sua comunhão com Deus. A pornografia vence quando não quando estamos forte e sim quando estamos fracos, ou seja, e quando damos espaços “Ou brechas para elas” ai meus irmãos (a) enfraquecemos.

A pornografia sempre vai vencer quando negligenciamos nossa vida com Deus. O que nos mantém forte espiritualmente é a nossa comunhão com Deus, através da oração, leitura da Bíblia, participação na obra, ajuda ao próximo, jejum, etc. Os nossos inimigos sabem disso e fazem de tudo para que não invistamos tempo nisso. Resultado? Com o passar dos dias enfraquecemos, temos vontades pecaminosas cada vez mais frequentes e caímos.

“Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1:14-15).

(2) Você esta forte o suficiente?

 “Passadas que foram as tentações de toda sorte, apartou-se dele o diabo, até momento oportuno” (Lucas 4:13). 

No deserto Jesus foi tentado por satanás, resistiu e o Venceu, porque não aceito a proposta dele, Jesus sabia qual a vontade de Deus e estava fazendo a vontade do Pai. Os nossos inimigos nunca se darão por vencidos. Eles ficarão à espreita para identificar o melhor momento para atacar novamente. Ser você não vigiar como a bíblia ordena vamos cair sempre nos mesmo erro por acha que estamos forte.

Resultado? É vencido, o pecado novamente mais cedo ou mais tarde. Aquele que tem problemas com pornografia deve saber que a luta é diária e que todos os dias deve acordar pronto para a batalha.

(3) Você acha que só uma olhada não vai fazer mal

A nossa sociedade de hoje já aceita pequenas pornografias que nem são classificadas como pornografia (para eles), mas que são uma porta de entrada para quem tem problemas com pornografia.

Hoje com a tecnologia, facilitou muito o acesso à pornografia e isso têm feito muitos cair no pecado só porque deram uma olhadinha achando que não iria fazer mal. E isso que o inimigo que pense.

Já obsevou “O rei Davi porque não foi para guerra, esta passeando no palácio viu uma mulher do terraço” nem precisa fala o que aconteceu depois… Uma olha foi suficiente para comete o adultério e outro pecados mais graves ainda.

Quem quer vencer o pecado precisa fechar a porta para não estímulo a sua mente a pecar e cair vagarosamente no mesmo erro. Fecha as porta de entra que faz você cair. Sair da internet, para de acessa sites pornográficos, novelas que ajudar a cair e ter pensamentos que não convém.

(4) Você não muda os hábitos

Todos que têm algum problema com pornografia afirmam e que quando focar sozinhos navegando na Internet, quando passam por situações de ansiedade e estresse, etc. são situações que facilitam muito a vitória da pornografia. Quem não muda seus hábitos dificilmente vai vencer o seu pecado é preciso mudar os hábitos que são identificados para vence o pecado.

 (5) Você acalma as suas dores com a pornografia

A pornografia associada com a masturbação é muito prazerosa.  Muitas pessoas, que assisti a pornografia, ou tem momentos estressantes no seu dia-dia usa a pornografia como alivio para alivia a tensão, marta aquele desejo que vou despertado através dos olhos.

É um momento de prazer para aliviar. Outras pessoas, por exemplo, já usam a comida para isso. Comem até não poder mais para aliviar suas dores. Isso tudo é prejudicial. O homem ou mulher que usa a pornográfica para isso mais trade vai ter problemas sérios.

Quem tem problemas com pornografia precisa aprender a identificar isso em sua vida. Se estiver acontecendo, é bom tomar providências. Exemplo: Fazer exercícios ajuda muito a ter o mesmo tipo de prazer da masturbação e de comer doce, por exemplo. Troque a vontade de acesa pornografia por uma caminhada de trinta minutos ou comece a ir à academia. Lembre-se: se você não mudar isso hoje, amanhã as consequências podem ser maiores.

(6) Você não dificulta o seu acesso à pornografia

Hoje, com a facilidade de termos um celular, tablet ou notebook com acesso à Internet e o levarmos para qualquer lugar, muitos tem caído diante da pornografia. Por isso, para vencer é preciso dificultar o acesso a ela. Coloque senhas de bloqueio em seus aparelhos. Exclua grupos e pessoas que só postam assuntos relacionados a sensualidade e sexualidade. Dificulte ao máximo, pois em seus momentos de fraqueza, certamente, essas dificuldades de acesso irão te ajudar a pensar melhor sobre o erro que está cometendo, te dando tempo de resistir e vencer.

Medite neste versículo:

Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Tiago 4:7

O que são as 95 Teses de Martinho Lutero?

O que são as 95 Teses de Martinho Lutero?

Martinho Lutero, em alemãoMartin Luther , foi um monge agostiniano e professor de teologia germânico que tornou-se uma das figuras centrais da Reforma Protestante. Levantou-se veementemente contra diversos dogmas do catolicismo romano, contestando sobretudo a doutrina de que o perdão de Deus poderia ser adquirido pelo comércio das indulgências. Essa discordância inicial resultou na publicação de suas famosas 95 Teses em 1517. Sua recusa em retratar-se de seus escritos, a pedido do Papa Leão X em 1520 e do imperador Carlos V na Dieta de Worms em 1521, resultou em sua excomunhão da Igreja Romana e em sua condenação como um fora-da-lei pelo imperador do Sacro Império Romano Germânico.

Lutero propôs, com base em sua interpretação das Sagradas Escrituras, especialmente da Epístola de Paulo aos Romanos, que a salvação não poderia ser alcançada pelas boas obras ou por quaisquer méritos humanos, mas tão somente pela fé em Cristo Jesus (sola fide), único salvador dos homens, sendo gratuitamente oferecida por Deus aos homens. Sua teologia desafiou a infalibilidade papal em termos doutrinários, pois defendia que apenas as Escrituras (sola scriptura) seriam fonte confiável de conhecimento da verdade revelada por Deus.[1] Opôs-se ao sacerdotalismo romano (isto é, à consagrada divisão católica entre clérigos e leigos), por considerar todos os cristãos batizados como sacerdotes e santos.[2] Aqueles que se identificaram com os ensinamentos de Lutero acabaram sendo chamados de luteranos.

Mais detalhes Clique aqui para acesa a fonte e mais conteúdo sobre Lutero.

AS 95 TESES DE LUTERO

[Essas teses foram afixadas na porta da igreja do Castelo de Wittenberg a 1o de outubro de 1517. Era esse o modo usual de se anunciar uma disputa, instituição regular da vida universitária e não havia nada de dramático no ato. Lutero confiava receber o apoio do papa pelo fato de revelar os males do tráfico das indulgências.]

Uma disputa do Mestre Martinho Lutero, teólogo, para elucidação da virtude das indulgências.

Com um desejo ardente de trazer a verdade à luz, as seguintes teses serão defendidas em Wittenberg sob a presidência do Rev. Frei Martinho Lutero, Mestre de Artes, Mestre de Sagrada Teologia e Professor oficial da mesma. Ele, portanto, pede que todos os que não puderem estar presentes e disputar com ele verbalmente, o façam por escrito. Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

  1. Nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo em dizendo “Arrependei-vos, etc.), afirmava que toda a vida dos fiéis deve ser uma ato de arrependimento.
  2. Essa declaração não pode ser entendida como o sacramento da penitência (i. e., confissão e absolvição) que é administrado pelo sacerdócio.
  3. Contudo, não pretende falar unicamente de arrependimento interior; pelo contrário, o arrependimento interior é vão se não produz externamente diferentes espécies de mortificação da carne.
  4. Assim, permanece a penitência enquanto permanece o ódio de si (i. e., verdadeira penitência interior), a saber, o caminho reto para entrar no reino dos céus.
  5. O papa não tem o desejo nem o poder de perdoar quaisquer penas, exceto aquelas que ele impôs por sua própria vontade ou segundo a vontade dos cânones.
  6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoado os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações a culpa permaneceria.
  7. Deus não perdoa a culpa de ninguém sem sujeitá-lo à humilhação sob todos os aspectos perante o sacerdote, vigário de Deus.
  8. Os cânones da penitência são impostas unicamente sobre os vivos e nada deveria ser imposta aos mortos segundo eles.
  9. Por isto o Espírito Santo nos beneficia através do papa, mas sempre faz exceção de seus decretos no caso da iminência da morte e da necessidade.
  10. Os sacerdotes que no caso de morte reservam penas canônicas para o purgatório agem ignorante e incorretamente.
  11. Esta cizânia que se refere à mudança de penas canônicas em penas no purgatório certamente foi semeada enquanto os bispos dormia.
  12. As penitências canônicas eram impostas antigamente não depois da absolvição, mas antes dela, como prova de verdadeira contrição.
  13. Os moribundos pagam todas as suas dívidas por meio de sua morte e já estão mortos para as leis dos cânones, estando livres de sua jurisdição.
  14. Qualquer deficiência em saúde espiritual ou e amor por parte de um homem moribundo deve trazer consigo temor, e quanto maior for a deficiência maior deverá ser o temor.
  15. Esse temor e esse terror bastam por si mesmos para produzir as penas do purgatório, sem qualquer outra coisa, pois estão pouco distante do terror do desespero.
  16. Com efeito, a diferença entre Inferno, Purgatório e Céu parece ser a mesma que há entre desespero, quase-desespero e confiança.
  17. Parece certo que para as almas do purgatório o amor cresce na proporção em que diminui o terror.
  1. Não parece estar provado, quer por argumentos quer pelas Escrituras, que essas almas estão impedidas de ganhar méritos ou de aumentar o amor.
  2. Nem parece estar provado que elas estão seguras e confiantes de sua bem-aventurança, ou, pelo menos, que todas o estejam, embora possamos estar seguros disso.
  3. O papa pela remissão plenária de todas as penas não quer dizer a remissão de todas as penas em sentido absoluto, mas somente das que foram impostas por ele mesmo.
  4. Por isto estão em erro os pregadores de indulgências que dizem ficar um homem livre de todas as penas mediante as indulgências do papa.
  5. Pois para as almas do purgatório ele não perdoa penas a que estavam obrigadas a pagar nesta vida, segundo os cânones.
  6. Se é possível conceder remissão completa das penas a alguém, é certo que somente pode ser concedida ao mais perfeito; isto quer dizer, a muito poucos.
  7. Daí segue-se que a maior parte do povo está sendo enganada por essas promessas indiscriminadas e liberais de libertação das penas.
  1. O mesmo poder sobre o purgatório que o papa possui em geral, é possuído pelo bispo e pároco de cada dioceses ou paróquia
  2. O papa faz bem em conceder remissão às almas não pelo poder das chaves (poder que ele não possui), mas através da intercessão.
  3. Os que afirmam que uma alma voa diretamente para fora (do purgatório) quando uma moeda soa na caixa das coletas, estão pregando uma invenção humana (hominem praedicant).
  4. É certo que quando uma moeda soa, cresce a ganância e a avareza; mas a intercessão(suffragium) da Igreja está unicamente na vontade de Deus.
  1. Quem pode saber se todas as almas do purgatório desejam ser resgatadas? (Que se pense na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal).
  2. Ninguém está seguro na verdade de sua contrição; muito menos de que se seguirá a remissão plenária.
  3. Um homem que verdadeiramente compra suas indulgências é tão raro como um verdadeiro penitente, isto é, muito raro.
  4. Aqueles que se julgam seguros da salvação em razão de suas cartas de perdão serão condenados para sempre juntamente com seus mestres.
  5. Devemos guardar-nos particularmente daqueles que afirmam que esses perdões do papa são o dom inestimável de Deus pelo qual o homem é reconciliado com Deus.
  6. Porque essas concessões de perdão só se aplicam às penitências da satisfação sacramental que foram estabelecidas pelos homens.
  7. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.
  8. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plenária tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de perdão.
  9. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem cartas de perdão.
  10. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina.
  11. É muito difícil, mesmo para os teólogos mais sábios, dar ênfase na pregação pública simultaneamente ao benefício representado pelos indulgências e à necessidade da verdadeira contrição.
  12. Verdadeira contrição exige penitência e a aceita com amor; mas o benefício das indulgências relaxa a penitência e produz ódio a ela. Tal é pelo menos sua tendência.
  13. Os perdões apostólicos devem ser pregados com cuidado para que o povo não suponha que eles são mais importantes que outros atos de amor.
  14. Deve ensinar-se aos cristãos que não é intenção do papa que se considera a compra dos perdões em pé de igualdade com as obras de misericórdia.
  15. Deve ensinar-se aos cristãos que dar aos pobres ou emprestar aos necessitados é melhor obra que comprar perdões.
  16. Por causa das obras do amor o amor é aumentado e o homem progride no bem; enquanto que pelos perdões não há progresso na bondade mas simplesmente maior liberdade de penas.
  17. Deve ensinar-se aos cristãos que um homem que vê um irmão em necessidade e passa a seu lado para dar o seu dinheiro na compra dos perdões, merece não a indulgência do papa, mas a indignação de Deus.
  18. Deve ensinar-se aos cristãos que – a não ser que haja grande abundância de bens – são obrigados a guardar o que é necessário para seus próprios lares e de modo algum gastar seus bens na compra de perdões.
  1. Deve ensinar-se aos cristãos que a copra de perdões é matéria de livre escolha e não de mandamento.
  1. Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que de dinheiro contado.
  2. Deve ensinar-se aos cristãos que os perdões do papa são úteis se não se põe confiança neles, mas que são enormemente prejudiciais quando por causa deles se perde o temor de Deus.
  3. Deve ensinar-se aos cristãos que, se o papa conhecesse as exações praticadas pelos pregadores de indulgências, ele preferiria que a basílica de São Pedro fosse reduzida a cinzas a construí-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
  4. Deve ensinar-se aos cristãos que o papa – como é de seu dever – desejaria dar os seus próprios bens aos pobres homens de quem certos vendedores de perdões extorquem o dinheiro; que para este fim ele venderia – se fosse possível – a basílica de São Pedro.
  5. Confiança na salvação por causa de cartas de perdões é vã, mesmo que o comissário, e até mesmo o próprio papa, empenhasse sua alma como garantia.
  6. São inimigos de Cristo e do povo os que em razão da pregação das indulgências exigiam que a palavra de Deus seja silenciada em outras igrejas.
  7. Comete-se uma injustiça para com a palavra de Deus se no mesmo sermão se concede tempo igual, ou mais longo, às indulgências do que a palavra de Deus.
  8. A intenção do papa deve ser esta: se a concessão dos perdões – que é matéria de pouca importância – é celebrada pelo toque de um sino, como uma procissão e com uma cerimônia, então o Evangelho – que é a coisa mais importante – deve ser pregado com o acompanhamento de cem sinos, de cem procissões e de cem cerimônias.
  9. Os tesouros da Igreja – de onde o papa tira as indulgências – não estão suficientemente esclarecidos nem conhecidos entre o povo de Cristo.
  10. É pelo menos claro que não são tesouros temporais, porque não estão amplamente espalhados mas somente colecionados pelos numerosos vendedores de indulgências.
  11. Nem são os méritos de Cristo ou dos santos, porque esses, sem o auxílio do papa, operam a graça do homem interior e a crucificação, morte e descida ao inferno do homem exterior.
  12. São Lourenço disse que os pobres são os tesouros da Igreja, mas falando assim estava usando a linguagem de seu tempo.
  13. Sem violências dizemos que as chaves da Igreja, dadas por mérito de Cristo, são esses tesouros.
  14. Porque é claro que para a remissão das penas e a absolvição de casos (especiais) é suficiente o poder do papa.
  15. O verdadeiro tesouro da Igreja é o sacrossanto Evangelho da glória e da graça de Deus.
  16. Mas este é merecidamente o mais odiado, visto que torna o primeiro último.
  17. Por outro lado, os tesouros das indulgências são merecidamente muito populares, visto que fazem do último primeiro
  18. Assim os tesouros do Evangelho são redes com que desde a Antigüidade se pescam homens de bens.
  19. Os tesouros das indulgências são redes com que agora se pescam os bens dos homens.
  20. As indulgências, conforme declarações dos que as pregam, são as maiores graças; mas “maiores” se deve entender como rendas que produzem.
  21. Com efeito, são de pequeno valor quando comparadas com a graça de Deus e a piedade da cruz.
  22. Bispos e párocos são obrigados a admitir os comissários dos perdões apostólicos com toda a reverência.
  23. Mas estão mais obrigados a aplicar seus olhos e ouvidos à tarefa de tornar seguro que não pregam as invenções de sua própria imaginação em vez de comissão do papa.
  24. Se qualquer um falar contra a verdade dos perdões apostólicos que sejam anátema e amaldiçoado.
  25. Mas bem-aventurado é aquele que luta contra a dissoluta e desordenada pregação dos vencedores de perdões.
  26. Assim como o papa justamente investe contra aqueles que de qualquer modo agem em detrimento do negócio dos perdões.
  27. Tanto mais é sua intenção investir contra aqueles que, sob o pretexto dos perdões, agem em detrimento do santo amor e verdade.
  28. Afirmar que os perdões papais têm tanto poder que podem absolver mesmo um homem que – para aduzir uma coisa impossível – tivesse violado a mão de Deus, é delirar como um lunático.
  29. Dizemos ao contrário, que os perdões papais não podem tirar o menor dos pecados veniais no que tange à culpa.
  30. Dizer que nem mesmo São Pedro e o papa, não podia dar graças maiores, é uma blasfêmia contra São Pedro e o papa.
  31. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc. como em 1 Co 12.
  32. É blasfêmia dizer que a cruz adornada com as armas papais tem os mesmos efeitos que a cruz de Cristo.
  33. Bispos, párocos e teólogos que permitem que tal doutrina seja pregada ao povo deverão prestar contas.
  34. Essa licenciosa pregação dos perdões torna difícil, mesmo a pessoas estudadas, defender a honra do papa contra a calúnia, ou pelo menos contra as perguntas capciosas dos leigos.
  35. Esses perguntam: Por que o papa não esvazia o purgatório por um santíssimo ato de amor e das grandes necessidades das almas; isto não seria a mais justa das causas visto que ele resgata um número infinito de almas por causa do sórdido dinheiro dado para a edificação de uma basílica que é uma causa bem trivial?
  36. Por que continuam os réquiens e os aniversários dos defuntos e ele não restitui os benefícios feitos em seu favor, ou deixa que sejam restituídos, visto que é coisa errada orar pelos redimidos?
  37. Que misericórdia de Deus e do papa é essa de conceder a uma pessoa ímpia e hostil a certeza, por pagamento de dinheiro, de uma alma pia em amizade com Deus, enquanto não resgata por amor espontâneo uma alma que é pia e amada, estando ela em necessidade?
  38. Os cânones penitenciais foram revogados de há muito e estão mortos de fato e por desuso. Por que então ainda se concedem dispensas deles por meio de indulgências em troca de dinheiro, como se ainda estivesse em plena força?
  39. As riquezas do papa hoje em dia excedem muito às dos mais ricos Crassos; não pode ele então construir uma basílica de São Pedro com seu próprio dinheiro, em vez de fazê-lo com o dinheiro dos fiéis?
  40. O que o papa perdoa ou dispensa àqueles que pela perfeita contradição têm direito à remissão e dispensa plenária?
  41. Não receberia a Igreja um bem muito maior se o papa fizesse cem vezes por dia o que agora faz uma única vez, isto é, distribuir essas remissões e dispensas a cada um dos fiéis?
  42. Se o papa busca pelos seus perdões antes a salvação das almas do que dinheiro, por que suspende ele cartas e perdões anteriormente concedidos, visto que são igualmente eficazes?
  43. Abafar esses estudos argumentos dos fiéis apelando simplesmente para a autoridade papal em vez de esclarecê-los mediante uma resposta racional, é expor a Igreja e o papa ao ridículo dos inimigos e tornar os cristãos infelizes.
  44. Se os perdões fossem pregados segundo o espírito e a intenção do papa seria fácil resolver todas essas questões; antes, nem surgiriam.
  45. Portanto, que se retirem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: “paz, paz”, e não há paz.
  46. E adeus a todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: “a cruz, a cruz”, e não há cruz.
  47. Os cristãos devem ser exortados a esforçar-se em seguir a Cristo, sua cabeça, através de sofrimentos, mortes e infernos.
  48. E que eles confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz.

Os Ministérios e o Papel de Cada Obreiro

Os Ministérios e o Papel de Cada Obreiro

Paz do Senhor meu amigo leito, respondendo a duvidas dos meus amigos leitores sobre casa Cargo Ministeriais, dependendo da congregação algumas tem alguns cargos outras não  depende de cada denominação. Mas o objetivo e mesmo Pregar a Palavra de Deus e ajudar na Obra do Senhor. AMÉM

Diáconos

Os Diáconos são aqueles que estão a serviço na igreja ou do ministério é “trabalho para Obra de DEUS. Biblicamente, entendemos que todo serviço cristão que se desempenha de modo contínuo é um ministério. Desde a liderança até tarefas operacionais permanentes. Um trabalho eventual não pode ser assim considerado. Eis aí um fator que serve até para diferenciar ministérios e dons espirituais. Paulo  emprega  quase  que  invariavelmente,  diakonos.  O termo aparece, nas quatro formas, 25 vezes no Novo Testamento. A forma “diakonia” aparece 24 vezes, sendo traduzida por:

‐ Distribuição de serviço, socorro, serviço, ministério ou administração. Os ministérios de liderança apresentados no Novo Testamento são:

‐ Apóstolos

‐ Profetas

‐ Evangelistas

‐ Pastores (bispos, presbíteros)

Os diáconos são auxiliares mais não dirigem a igreja local,  mas são responsáveis por algumas áreas. (At.6). Ministério é serviço. O ministro é um servo. O Verdadeiro espírito do ministro, não deve ser a ambição carnal de mandar ou ser servido, mas encarnar o que Jesus sempre fez no seu ministério terreno, que foi “não ser servido, mas servir”. (Mc.10:45).

Quando os discípulos disputavam entre si para saber quem era o maior, Jesus “os chamou para junto de si     e disse‐lhes: sabeis  que  os que são considerados governadores dos povos, têm‐nos sob seu domínio, e sobre eles seus maiores exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar‐se grande entre vós, será esse o que vos sirva; quem quiser ser o primeiro entre vós, será servo de todos.” (Mc.10:41‐44). Apesar   das especificações bíblicas, as igrejas e denominações estabelecem alguns ministros e desprezam ou ignoram os demais.

APÓSTOLOS

O nome que designa o primeiro ministério estabelecido na igreja (I Cor.12:28) é de  origem  grega  (apóstolos)  e  significa  “enviado”,  um  indivíduo  que executa serviço especial, agindo em nome e pela autoridade de quem o enviou.

O maior de todos os apóstolos é o próprio Senhor Jesus, que foi enviado pelo Pai para  executar  sua  obra  na  terra.  (Heb.3:1  Jo.4:34).  Para  que  essa  obra  fosse continuada após sua ascensão, Jesus escolheu doze homens. (Mt.10:12 Jo.20:21).  Um deles, Judas Iscariotes, o traiu e foi substituído por Matias. (At.1:16‐26). Tais homens foram equipados pelo Senhor com autoridade, poder para operar milagres, ousadia para pregar, etc. Tudo isso, mediante a operação do Espírito  Santo que lhes  fora  dado  (At.1:8).  Toda  essa “munição” tinha  por objetivo capacitá‐los a desbravar todas as frentes  por onde iam e  aí estabelecerem a igreja de Jesus Cristo. Muitos cristãos afirmam que o ministério apostólico não existe    mais. Entretanto, observamos   que, além dos doze, o Senhor levantou outros apóstolos no período do Novo Testamento, como, por exemplo, Paulo e Barnabé. (At.14:14). Por que ele não o faria ainda hoje, quando muitos povos estão ainda por serem alcançados pelo evangelho? Assim, ele participava da inspiração do profeta, fazia a obra de um evangelista, conhecia o pastoral “cuidado de todas as igrejas”, devia ser apto para  ensinar,  ao  passo  que,  atendendo  a  administração  de  negócio,  seguia  o exemplo do Senhor em não se esquivar dos deveres de um diácono, quando fosse necessário.” Possivelmente, muitos dos missionários da atualidade sejam, de fato, apóstolos de Jesus. Outros há que, por não terem ido a terras distantes, não são assim reconhecidos, mas estão  desempenhando     esse ministério      em sua   própria “Jerusalém” (At.1:8), e receberão do Senhor o devido galardão.

PROFETAS

O profeta é a pessoa que recebe a mensagem diretamente de Deus e a transmite ao  povo.  Esse anúncio  pode  ser  uma  revelação,  uma  admoestação,  ou  uma predição. Muitos  profetas  existiram  na  história  de  Israel.  Sua  presença  é  constante  no Velho Testamento, apontando o caminho para o povo de Deus. Sua importância era grande pois, como afirmou Salomão, “Sem profecia o povo se corrompe”. (Pv.29:18). No     Novo Testamento, Deus      continuou levantando profetas. O primeiro foi João Batista, que veio no estilo dos profetas antigos, assemelhando se, sobretudo, a Elias. (Lc.1:76 Mt.11:9‐14 Mc.11:32). Seu papel foi preparar o caminho para o profeta maior Jesus, que, por sua vez, levantou outros profetas para orientar a igreja que surgia. No Novo Testamento, existem menções a esse ministério, havendo  muitos  deles  em  Jerusalém,  Antioquia,  Corinto,  e  outras cidades. (At.13:1 At.11:27 I Cor.14:29). O profeta não é um mero pregador da palavra, um mestre da Bíblia, nem um preditor de futuro. O profeta é um ministro de Cristo. Não apela para os poderes da lógica, erudição, oratória, psicologia, ignorância ou misticismo. Sua mensagem pode vir através de uma pregação, mas não necessariamente.

EVANGELISTAS

É uma pessoa especial para pregar o evangelho. Alguns usam esse título apenas em relação aos escritores dos quatro evangelhos. A Bíblia,no entanto, cita ainda Filipe e Timóteo como evangelistas. (At.21:8 IITm.4:5). Todos os cristãos podem e devem anunciar o evangelho. Todavia, a maioria não é capaz de fazer uma pregação propriamente dita. O evangelista é um pregador, e faz isso com maestria, habilidade, e poder que lhe são conferidos pelo Espírito Santo especialmente para esse fim. Evidentemente, nem    todo pregador      é evangelista. É bom frisarmos também que o trabalho do evangelista não se restringe à pregação, mas abrange também o evangelismo pessoal.

PASTORES

Voltando à origem do termo, um pastor é a pessoa que cuida de um rebanho de ovelhas. Seu trabalho vai desde a procura do melhor alimento para elas, até a defesa contra  ladrões  ou  animais  selvagens  que  possam  atacá-las.  Abel  foi  o primeiro pastor de ovelhas. Os patriarcas Abraão, Isaque       e Jacó foram pastores. Esse trabalho era muito comum no meio dos israelitas e outros povos antigos. O próprio Davi, que veio a ser rei de Israel, cuidava de ovelhas quando era jovem, e percebeu que, da mesma forma, Deus cuidava dele e de seu povo. Ao reconhecer esse fato, Davi escreveu o conhecido Salmo 23: “O Senhor é o meu pastor e nada me faltará”. Em muitos outros textos da Bíblia, o termo “pastor” é utilizado em referência a Deus e aos líderes do seu povo. (Sl.100:3 Jr.23:1‐2). No Novo Testamento, esse título já era usado normalmente como o usamos hoje. Jesus disse de si mesmo:

“Eu sou o bom pastor”. (Jo.10:11). O termo grego para  pastor é poimen (poimén). O ministério do pastor na igreja tem as atribuições que vimos no início: alimentar, cuidar, proteger, defender, conduzir. Esse é um ministério lindo. Dos cinco ministérios de Efésios 4:11, o pastor é o que está mais próximo da ovelha, mais comprometido e mais  atencioso para com ela. O  trabalho  do  pastor  na  igreja,  não  é  somente  batizar,  celebrar  casamentos, funerais, pregar sermões, mas, de acordo com Ef.4:11‐16:

 Aperfeiçoar  os  santos  para  o  desempenho  do  serviço  de  cada  membro  do Corpo de Cristo. Edificar o corpo de Cristo que é a igreja.

BISPO

Bispo vem do grego episkopos (episkopos). Indica, não ofício, mas função, o trabalho específico de  um pastor de visão administrativa, um superintendente. Ele não faz todo o trabalho, mas organiza, providencia tudo e depois supervisiona. O termo episkopos era dado àquele que tinha a função de vigiar, fiscalizar, principalmente as embarcações. O bispo como pastor tem a responsabilidade de ver que o serviço seja bem feito.

PRESBÍTERO

Presbítero significa  velho,  ancião.  Na primeira viagem  missionária,  Paulo  e Barnabé, na ida fizeram trabalho evangelístico e público; no retorno, em cada cidade por onde passaram reuniram os convertidos organizaram igrejas e ordenaram presbíteros (At.14:21‐23). Deveriam ser homens de certa idade, firmes na fé, inabaláveis no amor e constantes na obra do Senhor. Eles foram eleitos pela igreja para desempenhar funções pastorais na palavra, nos batismos, na celebração das ceias, etc.

Pelo retrato que a Bíblia guarda de alguns pastores, homens transformados pelo  Espírito  Santo,  cheios  da  graça  do  Senhor,  revestidos  de poder, conduta exemplar, irrepreensíveis,  consagrados, dedicados exclusivamente ao ministério da palavra, bons chefes de família, sérios, operosos e humildes, encontramos reprodução perfeita hoje em muitos obreiros que se sacrificam por Cristo, colocam o Reino de Deus acima de tudo e constituem a galeria daqueles que vivem para glorificar o Senhor.

Os Presbiterianos, Assembéia de Deus e   outras igrejas    pentecostais têm pastores, diáconos e presbíteros. Os Batistas têm somente pastores e diáconos.

Hoje todos nos somos Pregadores do Evangelho e podemos pregar para o nosso vizinho, amigo da escola trabalho e etc… Não devemos deixa somente mãos destes homens citados acima, mas também função da Igreja ajudar em oração e na pregação do Evangelho. Amém

E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16:15

Em verdade vos digo que, em todas as partes do mundo onde este evangelho for pregado, também o que ela fez será contado para sua memória. Marcos 14:9

Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações. Marcos 13:10

Em verdade vos digo que, onde quer que este evangelho for pregado em todo o mundo, também será referido o que ela fez, para memória sua. Mateus 26:13

Fonte: Bíblia de Estudos Bíblico Teológicos e Pesquisas