O que significa orar no Espírito? A #BibliaResponde

O que significa orar no Espírito?

Vamos primeiramente ler um dos textos onde Paulo usa essa expressão. Ela está em Efésios 6:18Essa expressão aparece também em Judas 20. Em 1 Coríntios 14: 15 aparece a expressão “orarei com o espirito”. Note que em 1 Coríntios 14: 15 a palavra “espírito” é grafada com a primeira letra em minúscula por não se tratar do Espírito Santo, que é sempre grafado com letra inicial maiúscula; ali a indicação é do espírito do ser humano. Vamos analisar os outros textos.

O que é orar no Espírito?

(1) Paulo Refere-se a sua própria Experiência quando fala em orar em línguas dirigidas a Deus. Ora com espírito, significa orar em línguas sob o impulso do Espírito Santo a Deus. O espírito do crente ora medida que o Espírito Santo o capacita a fala. ( At 2:4). Paulo usava línguas, não somente para orar, mas também para cantar, para louvar e dar graças a Deus. 1 Co 14:14 -16. E orar com o entendimento significar orar e louvar a Deus através da nossa própria mente, numa língua aprendida, mas também sob o impulso do Espírito Santo.

(2) O que podemos observar claramente é o objetivo para o qual Paulo estava incitando os crentes a orar no Espírito. O objetivo era: “…por todos os santos e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho…” (Efésios 6:18-19). 

(3) Esses objetivos nos levam a pensar que orar no Espírito é orar para que os santos realizem todo o propósito de Deus, ou seja, é orar segundo a vontade de Deus, segundo aquilo que agrada a Deus, guiados pela vontade soberana do Pai. O oposto disso seria orar na carne, ou seja, orar segundo a nossa vontade e não a de Deus. Tiago falou muito bem o que era orar na carne: “pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres” (Tiago 4:3). Aqui temos o contraste claro de uma oração que não é no Espírito. Já Jesus nos mostra o que é uma oração no Espírito: “E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; passa de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres” (Marcos 14:36).

(4) Quando oramos no Espírito Santo somos capazes de orar colocando a vontade de Deus e o reino de Deus em primeiro lugar como fez Jesus. Isso é orar no Espírito. Porém, quando oramos guiados por nós mesmos, pelos nossos desejos errados e egoístas, aí nossa oração é mais parecida com a do fariseu que, segundo Jesus, orava de si para si mesmo: “O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano…” (Lucas 18:11).

(5) Assim, podemos concluir que orar no Espírito e conforme a vontade do Pai e não a nossas  vontade que um grande desafio e muitas das vezes não entendemos e nem aceitamos aquilo que esta na nossa frente, mas plano de Deus e perfeito somente Deus saber o que melhor para nos embora não entendemos e nem gostamos. Que Deus nos ajude a sempre orar no Espírito, a fim de que nos aproximemos cada vez mais de Deus e de Sua vontade em nossas orações. Amém

Por que a pornografia sempre te derrota?

Por que a pornografia sempre te derrota?

De um lado a indústria da pornografia é uma das maiores existentes em nosso mundo. São filmes, sites, revistas, programas de tevê e uma série de materiais produzidos todos os dias com o objetivo de dar pornografia a uma multidão de pessoas ávidas por esse material. É uma indústria multibilionária. Não é de se admirar que vemos pornografia na maioria dos lugares neste mundo e com uma facilidade de acesso impressionante. Do outro lado estão cristãos sinceros lutando para não acessar e não trazer para suas vidas esse tipo de material prejudicial. Uma pesquisa realizada em 2011 pelo grupo americano “ChristiaNet”, revelou que 50% dos cristãos têm problemas sérios com a pornografia. Hoje, com o avanço da Internet, certamente esse número é ainda maior.

Ultimamente tenho recebido muitos e-mails de cristãos, homens e mulheres, pedindo ajuda, pedindo conselhos a respeito de como deixar a pornografia. Todos trazem os mesmo problemas alguns ate vence mais logo cair no mesmo erro novamente.

Pensando nisso escrevi esse artigos, busquei algumas fontes para melhor ajudar os irmãos e vence suas fraquezas.

Coisas que você faz que ajudam a pornografia a te derrotar
(1) Você e negligente com sua comunhão com Deus

Quem tem problemas com pornografia não pode negligenciar sua comunhão com Deus. A pornografia vence quando não quando estamos forte e sim quando estamos fracos, ou seja, e quando damos espaços “Ou brechas para elas” ai meus irmãos (a) enfraquecemos.

A pornografia sempre vai vencer quando negligenciamos nossa vida com Deus. O que nos mantém forte espiritualmente é a nossa comunhão com Deus, através da oração, leitura da Bíblia, participação na obra, ajuda ao próximo, jejum, etc. Os nossos inimigos sabem disso e fazem de tudo para que não invistamos tempo nisso. Resultado? Com o passar dos dias enfraquecemos, temos vontades pecaminosas cada vez mais frequentes e caímos.

“Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1:14-15).

(2) Você esta forte o suficiente?

 “Passadas que foram as tentações de toda sorte, apartou-se dele o diabo, até momento oportuno” (Lucas 4:13). 

No deserto Jesus foi tentado por satanás, resistiu e o Venceu, porque não aceito a proposta dele, Jesus sabia qual a vontade de Deus e estava fazendo a vontade do Pai. Os nossos inimigos nunca se darão por vencidos. Eles ficarão à espreita para identificar o melhor momento para atacar novamente. Ser você não vigiar como a bíblia ordena vamos cair sempre nos mesmo erro por acha que estamos forte.

Resultado? É vencido, o pecado novamente mais cedo ou mais tarde. Aquele que tem problemas com pornografia deve saber que a luta é diária e que todos os dias deve acordar pronto para a batalha.

(3) Você acha que só uma olhada não vai fazer mal

A nossa sociedade de hoje já aceita pequenas pornografias que nem são classificadas como pornografia (para eles), mas que são uma porta de entrada para quem tem problemas com pornografia.

Hoje com a tecnologia, facilitou muito o acesso à pornografia e isso têm feito muitos cair no pecado só porque deram uma olhadinha achando que não iria fazer mal. E isso que o inimigo que pense.

Já obsevou “O rei Davi porque não foi para guerra, esta passeando no palácio viu uma mulher do terraço” nem precisa fala o que aconteceu depois… Uma olha foi suficiente para comete o adultério e outro pecados mais graves ainda.

Quem quer vencer o pecado precisa fechar a porta para não estímulo a sua mente a pecar e cair vagarosamente no mesmo erro. Fecha as porta de entra que faz você cair. Sair da internet, para de acessa sites pornográficos, novelas que ajudar a cair e ter pensamentos que não convém.

(4) Você não muda os hábitos

Todos que têm algum problema com pornografia afirmam e que quando focar sozinhos navegando na Internet, quando passam por situações de ansiedade e estresse, etc. são situações que facilitam muito a vitória da pornografia. Quem não muda seus hábitos dificilmente vai vencer o seu pecado é preciso mudar os hábitos que são identificados para vence o pecado.

 (5) Você acalma as suas dores com a pornografia

A pornografia associada com a masturbação é muito prazerosa.  Muitas pessoas, que assisti a pornografia, ou tem momentos estressantes no seu dia-dia usa a pornografia como alivio para alivia a tensão, marta aquele desejo que vou despertado através dos olhos.

É um momento de prazer para aliviar. Outras pessoas, por exemplo, já usam a comida para isso. Comem até não poder mais para aliviar suas dores. Isso tudo é prejudicial. O homem ou mulher que usa a pornográfica para isso mais trade vai ter problemas sérios.

Quem tem problemas com pornografia precisa aprender a identificar isso em sua vida. Se estiver acontecendo, é bom tomar providências. Exemplo: Fazer exercícios ajuda muito a ter o mesmo tipo de prazer da masturbação e de comer doce, por exemplo. Troque a vontade de acesa pornografia por uma caminhada de trinta minutos ou comece a ir à academia. Lembre-se: se você não mudar isso hoje, amanhã as consequências podem ser maiores.

(6) Você não dificulta o seu acesso à pornografia

Hoje, com a facilidade de termos um celular, tablet ou notebook com acesso à Internet e o levarmos para qualquer lugar, muitos tem caído diante da pornografia. Por isso, para vencer é preciso dificultar o acesso a ela. Coloque senhas de bloqueio em seus aparelhos. Exclua grupos e pessoas que só postam assuntos relacionados a sensualidade e sexualidade. Dificulte ao máximo, pois em seus momentos de fraqueza, certamente, essas dificuldades de acesso irão te ajudar a pensar melhor sobre o erro que está cometendo, te dando tempo de resistir e vencer.

Medite neste versículo:

Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Tiago 4:7

O que são as 95 Teses de Martinho Lutero?

O que são as 95 Teses de Martinho Lutero?

Martinho Lutero, em alemãoMartin Luther , foi um monge agostiniano e professor de teologia germânico que tornou-se uma das figuras centrais da Reforma Protestante. Levantou-se veementemente contra diversos dogmas do catolicismo romano, contestando sobretudo a doutrina de que o perdão de Deus poderia ser adquirido pelo comércio das indulgências. Essa discordância inicial resultou na publicação de suas famosas 95 Teses em 1517. Sua recusa em retratar-se de seus escritos, a pedido do Papa Leão X em 1520 e do imperador Carlos V na Dieta de Worms em 1521, resultou em sua excomunhão da Igreja Romana e em sua condenação como um fora-da-lei pelo imperador do Sacro Império Romano Germânico.

Lutero propôs, com base em sua interpretação das Sagradas Escrituras, especialmente da Epístola de Paulo aos Romanos, que a salvação não poderia ser alcançada pelas boas obras ou por quaisquer méritos humanos, mas tão somente pela fé em Cristo Jesus (sola fide), único salvador dos homens, sendo gratuitamente oferecida por Deus aos homens. Sua teologia desafiou a infalibilidade papal em termos doutrinários, pois defendia que apenas as Escrituras (sola scriptura) seriam fonte confiável de conhecimento da verdade revelada por Deus.[1] Opôs-se ao sacerdotalismo romano (isto é, à consagrada divisão católica entre clérigos e leigos), por considerar todos os cristãos batizados como sacerdotes e santos.[2] Aqueles que se identificaram com os ensinamentos de Lutero acabaram sendo chamados de luteranos.

Mais detalhes Clique aqui para acesa a fonte e mais conteúdo sobre Lutero.

AS 95 TESES DE LUTERO

[Essas teses foram afixadas na porta da igreja do Castelo de Wittenberg a 1o de outubro de 1517. Era esse o modo usual de se anunciar uma disputa, instituição regular da vida universitária e não havia nada de dramático no ato. Lutero confiava receber o apoio do papa pelo fato de revelar os males do tráfico das indulgências.]

Uma disputa do Mestre Martinho Lutero, teólogo, para elucidação da virtude das indulgências.

Com um desejo ardente de trazer a verdade à luz, as seguintes teses serão defendidas em Wittenberg sob a presidência do Rev. Frei Martinho Lutero, Mestre de Artes, Mestre de Sagrada Teologia e Professor oficial da mesma. Ele, portanto, pede que todos os que não puderem estar presentes e disputar com ele verbalmente, o façam por escrito. Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

  1. Nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo em dizendo “Arrependei-vos, etc.), afirmava que toda a vida dos fiéis deve ser uma ato de arrependimento.
  2. Essa declaração não pode ser entendida como o sacramento da penitência (i. e., confissão e absolvição) que é administrado pelo sacerdócio.
  3. Contudo, não pretende falar unicamente de arrependimento interior; pelo contrário, o arrependimento interior é vão se não produz externamente diferentes espécies de mortificação da carne.
  4. Assim, permanece a penitência enquanto permanece o ódio de si (i. e., verdadeira penitência interior), a saber, o caminho reto para entrar no reino dos céus.
  5. O papa não tem o desejo nem o poder de perdoar quaisquer penas, exceto aquelas que ele impôs por sua própria vontade ou segundo a vontade dos cânones.
  6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoado os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações a culpa permaneceria.
  7. Deus não perdoa a culpa de ninguém sem sujeitá-lo à humilhação sob todos os aspectos perante o sacerdote, vigário de Deus.
  8. Os cânones da penitência são impostas unicamente sobre os vivos e nada deveria ser imposta aos mortos segundo eles.
  9. Por isto o Espírito Santo nos beneficia através do papa, mas sempre faz exceção de seus decretos no caso da iminência da morte e da necessidade.
  10. Os sacerdotes que no caso de morte reservam penas canônicas para o purgatório agem ignorante e incorretamente.
  11. Esta cizânia que se refere à mudança de penas canônicas em penas no purgatório certamente foi semeada enquanto os bispos dormia.
  12. As penitências canônicas eram impostas antigamente não depois da absolvição, mas antes dela, como prova de verdadeira contrição.
  13. Os moribundos pagam todas as suas dívidas por meio de sua morte e já estão mortos para as leis dos cânones, estando livres de sua jurisdição.
  14. Qualquer deficiência em saúde espiritual ou e amor por parte de um homem moribundo deve trazer consigo temor, e quanto maior for a deficiência maior deverá ser o temor.
  15. Esse temor e esse terror bastam por si mesmos para produzir as penas do purgatório, sem qualquer outra coisa, pois estão pouco distante do terror do desespero.
  16. Com efeito, a diferença entre Inferno, Purgatório e Céu parece ser a mesma que há entre desespero, quase-desespero e confiança.
  17. Parece certo que para as almas do purgatório o amor cresce na proporção em que diminui o terror.
  1. Não parece estar provado, quer por argumentos quer pelas Escrituras, que essas almas estão impedidas de ganhar méritos ou de aumentar o amor.
  2. Nem parece estar provado que elas estão seguras e confiantes de sua bem-aventurança, ou, pelo menos, que todas o estejam, embora possamos estar seguros disso.
  3. O papa pela remissão plenária de todas as penas não quer dizer a remissão de todas as penas em sentido absoluto, mas somente das que foram impostas por ele mesmo.
  4. Por isto estão em erro os pregadores de indulgências que dizem ficar um homem livre de todas as penas mediante as indulgências do papa.
  5. Pois para as almas do purgatório ele não perdoa penas a que estavam obrigadas a pagar nesta vida, segundo os cânones.
  6. Se é possível conceder remissão completa das penas a alguém, é certo que somente pode ser concedida ao mais perfeito; isto quer dizer, a muito poucos.
  7. Daí segue-se que a maior parte do povo está sendo enganada por essas promessas indiscriminadas e liberais de libertação das penas.
  1. O mesmo poder sobre o purgatório que o papa possui em geral, é possuído pelo bispo e pároco de cada dioceses ou paróquia
  2. O papa faz bem em conceder remissão às almas não pelo poder das chaves (poder que ele não possui), mas através da intercessão.
  3. Os que afirmam que uma alma voa diretamente para fora (do purgatório) quando uma moeda soa na caixa das coletas, estão pregando uma invenção humana (hominem praedicant).
  4. É certo que quando uma moeda soa, cresce a ganância e a avareza; mas a intercessão(suffragium) da Igreja está unicamente na vontade de Deus.
  1. Quem pode saber se todas as almas do purgatório desejam ser resgatadas? (Que se pense na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal).
  2. Ninguém está seguro na verdade de sua contrição; muito menos de que se seguirá a remissão plenária.
  3. Um homem que verdadeiramente compra suas indulgências é tão raro como um verdadeiro penitente, isto é, muito raro.
  4. Aqueles que se julgam seguros da salvação em razão de suas cartas de perdão serão condenados para sempre juntamente com seus mestres.
  5. Devemos guardar-nos particularmente daqueles que afirmam que esses perdões do papa são o dom inestimável de Deus pelo qual o homem é reconciliado com Deus.
  6. Porque essas concessões de perdão só se aplicam às penitências da satisfação sacramental que foram estabelecidas pelos homens.
  7. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.
  8. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plenária tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de perdão.
  9. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem cartas de perdão.
  10. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina.
  11. É muito difícil, mesmo para os teólogos mais sábios, dar ênfase na pregação pública simultaneamente ao benefício representado pelos indulgências e à necessidade da verdadeira contrição.
  12. Verdadeira contrição exige penitência e a aceita com amor; mas o benefício das indulgências relaxa a penitência e produz ódio a ela. Tal é pelo menos sua tendência.
  13. Os perdões apostólicos devem ser pregados com cuidado para que o povo não suponha que eles são mais importantes que outros atos de amor.
  14. Deve ensinar-se aos cristãos que não é intenção do papa que se considera a compra dos perdões em pé de igualdade com as obras de misericórdia.
  15. Deve ensinar-se aos cristãos que dar aos pobres ou emprestar aos necessitados é melhor obra que comprar perdões.
  16. Por causa das obras do amor o amor é aumentado e o homem progride no bem; enquanto que pelos perdões não há progresso na bondade mas simplesmente maior liberdade de penas.
  17. Deve ensinar-se aos cristãos que um homem que vê um irmão em necessidade e passa a seu lado para dar o seu dinheiro na compra dos perdões, merece não a indulgência do papa, mas a indignação de Deus.
  18. Deve ensinar-se aos cristãos que – a não ser que haja grande abundância de bens – são obrigados a guardar o que é necessário para seus próprios lares e de modo algum gastar seus bens na compra de perdões.
  1. Deve ensinar-se aos cristãos que a copra de perdões é matéria de livre escolha e não de mandamento.
  1. Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que de dinheiro contado.
  2. Deve ensinar-se aos cristãos que os perdões do papa são úteis se não se põe confiança neles, mas que são enormemente prejudiciais quando por causa deles se perde o temor de Deus.
  3. Deve ensinar-se aos cristãos que, se o papa conhecesse as exações praticadas pelos pregadores de indulgências, ele preferiria que a basílica de São Pedro fosse reduzida a cinzas a construí-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
  4. Deve ensinar-se aos cristãos que o papa – como é de seu dever – desejaria dar os seus próprios bens aos pobres homens de quem certos vendedores de perdões extorquem o dinheiro; que para este fim ele venderia – se fosse possível – a basílica de São Pedro.
  5. Confiança na salvação por causa de cartas de perdões é vã, mesmo que o comissário, e até mesmo o próprio papa, empenhasse sua alma como garantia.
  6. São inimigos de Cristo e do povo os que em razão da pregação das indulgências exigiam que a palavra de Deus seja silenciada em outras igrejas.
  7. Comete-se uma injustiça para com a palavra de Deus se no mesmo sermão se concede tempo igual, ou mais longo, às indulgências do que a palavra de Deus.
  8. A intenção do papa deve ser esta: se a concessão dos perdões – que é matéria de pouca importância – é celebrada pelo toque de um sino, como uma procissão e com uma cerimônia, então o Evangelho – que é a coisa mais importante – deve ser pregado com o acompanhamento de cem sinos, de cem procissões e de cem cerimônias.
  9. Os tesouros da Igreja – de onde o papa tira as indulgências – não estão suficientemente esclarecidos nem conhecidos entre o povo de Cristo.
  10. É pelo menos claro que não são tesouros temporais, porque não estão amplamente espalhados mas somente colecionados pelos numerosos vendedores de indulgências.
  11. Nem são os méritos de Cristo ou dos santos, porque esses, sem o auxílio do papa, operam a graça do homem interior e a crucificação, morte e descida ao inferno do homem exterior.
  12. São Lourenço disse que os pobres são os tesouros da Igreja, mas falando assim estava usando a linguagem de seu tempo.
  13. Sem violências dizemos que as chaves da Igreja, dadas por mérito de Cristo, são esses tesouros.
  14. Porque é claro que para a remissão das penas e a absolvição de casos (especiais) é suficiente o poder do papa.
  15. O verdadeiro tesouro da Igreja é o sacrossanto Evangelho da glória e da graça de Deus.
  16. Mas este é merecidamente o mais odiado, visto que torna o primeiro último.
  17. Por outro lado, os tesouros das indulgências são merecidamente muito populares, visto que fazem do último primeiro
  18. Assim os tesouros do Evangelho são redes com que desde a Antigüidade se pescam homens de bens.
  19. Os tesouros das indulgências são redes com que agora se pescam os bens dos homens.
  20. As indulgências, conforme declarações dos que as pregam, são as maiores graças; mas “maiores” se deve entender como rendas que produzem.
  21. Com efeito, são de pequeno valor quando comparadas com a graça de Deus e a piedade da cruz.
  22. Bispos e párocos são obrigados a admitir os comissários dos perdões apostólicos com toda a reverência.
  23. Mas estão mais obrigados a aplicar seus olhos e ouvidos à tarefa de tornar seguro que não pregam as invenções de sua própria imaginação em vez de comissão do papa.
  24. Se qualquer um falar contra a verdade dos perdões apostólicos que sejam anátema e amaldiçoado.
  25. Mas bem-aventurado é aquele que luta contra a dissoluta e desordenada pregação dos vencedores de perdões.
  26. Assim como o papa justamente investe contra aqueles que de qualquer modo agem em detrimento do negócio dos perdões.
  27. Tanto mais é sua intenção investir contra aqueles que, sob o pretexto dos perdões, agem em detrimento do santo amor e verdade.
  28. Afirmar que os perdões papais têm tanto poder que podem absolver mesmo um homem que – para aduzir uma coisa impossível – tivesse violado a mão de Deus, é delirar como um lunático.
  29. Dizemos ao contrário, que os perdões papais não podem tirar o menor dos pecados veniais no que tange à culpa.
  30. Dizer que nem mesmo São Pedro e o papa, não podia dar graças maiores, é uma blasfêmia contra São Pedro e o papa.
  31. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc. como em 1 Co 12.
  32. É blasfêmia dizer que a cruz adornada com as armas papais tem os mesmos efeitos que a cruz de Cristo.
  33. Bispos, párocos e teólogos que permitem que tal doutrina seja pregada ao povo deverão prestar contas.
  34. Essa licenciosa pregação dos perdões torna difícil, mesmo a pessoas estudadas, defender a honra do papa contra a calúnia, ou pelo menos contra as perguntas capciosas dos leigos.
  35. Esses perguntam: Por que o papa não esvazia o purgatório por um santíssimo ato de amor e das grandes necessidades das almas; isto não seria a mais justa das causas visto que ele resgata um número infinito de almas por causa do sórdido dinheiro dado para a edificação de uma basílica que é uma causa bem trivial?
  36. Por que continuam os réquiens e os aniversários dos defuntos e ele não restitui os benefícios feitos em seu favor, ou deixa que sejam restituídos, visto que é coisa errada orar pelos redimidos?
  37. Que misericórdia de Deus e do papa é essa de conceder a uma pessoa ímpia e hostil a certeza, por pagamento de dinheiro, de uma alma pia em amizade com Deus, enquanto não resgata por amor espontâneo uma alma que é pia e amada, estando ela em necessidade?
  38. Os cânones penitenciais foram revogados de há muito e estão mortos de fato e por desuso. Por que então ainda se concedem dispensas deles por meio de indulgências em troca de dinheiro, como se ainda estivesse em plena força?
  39. As riquezas do papa hoje em dia excedem muito às dos mais ricos Crassos; não pode ele então construir uma basílica de São Pedro com seu próprio dinheiro, em vez de fazê-lo com o dinheiro dos fiéis?
  40. O que o papa perdoa ou dispensa àqueles que pela perfeita contradição têm direito à remissão e dispensa plenária?
  41. Não receberia a Igreja um bem muito maior se o papa fizesse cem vezes por dia o que agora faz uma única vez, isto é, distribuir essas remissões e dispensas a cada um dos fiéis?
  42. Se o papa busca pelos seus perdões antes a salvação das almas do que dinheiro, por que suspende ele cartas e perdões anteriormente concedidos, visto que são igualmente eficazes?
  43. Abafar esses estudos argumentos dos fiéis apelando simplesmente para a autoridade papal em vez de esclarecê-los mediante uma resposta racional, é expor a Igreja e o papa ao ridículo dos inimigos e tornar os cristãos infelizes.
  44. Se os perdões fossem pregados segundo o espírito e a intenção do papa seria fácil resolver todas essas questões; antes, nem surgiriam.
  45. Portanto, que se retirem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: “paz, paz”, e não há paz.
  46. E adeus a todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: “a cruz, a cruz”, e não há cruz.
  47. Os cristãos devem ser exortados a esforçar-se em seguir a Cristo, sua cabeça, através de sofrimentos, mortes e infernos.
  48. E que eles confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz.

O que e lascívia na Bíblia? É pecado ser sensual? A Bíblia Responde.

O que e lascívia na Bíblia? É pecado ser sensual? A Bíblia Responde.

Os pecados que mais são mencionados na Bíblia são aqueles ligados a área da sexualidade do ser humano. É uma das áreas mais atacadas na nossa vida, e onde as pessoas mais caem sem não vigiar. Nesse contexto, observamos que um dos pecados que a Bíblia condena é a lascívia. Vejamos mais detalhes sobre o é lascívia na Bíblia:

O que e lascívia na Bíblia?

A palavra lascívia sempre aparece na Bíblia referindo-se a pecados na área da sexualidade. “Mas confiaste na tua formosura e te entregaste à lascívia, graças à tua fama; e te ofereceste a todo o que passava, para seres dele.” (Ezequiel 16. 15).

Lascívia na Bíblia se refere a uma conduta vergonhosa que explora a sensualidade sem limites. É todo o processo que envolve a imoralidade sexual, seja ela o adultério, o sexo antes do casamento, a pornografia, a malícia, etc. É a atração que se tem pelo prazer sexual que desagrada a Deus. Fazem parte da atitude lasciva a devassidão, a sensualidade, a luxúria, a malícia.

Ser sensual é pecado?

É importante lembrar aqui que Deus fez a sensualidade do homem e da mulher. Deus criou o tempo e o modo para o uso correto da sexualidade e sensualidade. Deus e perfeito e criou o Casamento para o homem e a mulher desfrutar da sua nuances. Na sua essência sexo não é pecado se desfrutado dentro do casamento conforme a vontade Dele.

O ser humana, porém, como na historia vemos da humanidade e na bíblia, com suas mãos, deturpou a sexualidade. Inventou a traição, a provocação, a sensualidade desenfreada, a pornografia, o ficar, a cultura da exploração sexual, a malícia, e coisas semelhantes. A deturpação daquilo que Deus fez puro é que é pecado e, diga-se de passagem, um pecado odioso aos olhos de Deus. Vemos claramente isso pela quantidade de textos condenando as práticas lascivas. E mesmo com toda essa condenação de Deus, é um pecado muito presente em nossa sociedade.

É importante saber que a Palavra de Deus diz que: “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia (…) e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. (Gálatas 5. 19-21)

É isso mesmo, a atitude lasciva é característica da pessoa sem Deus e, assim, característica da pessoa que não entrará no céu. Daí a importância de não permitimos esse tipo de comportamento em nossa vida, sendo nós servos de Deus.

Dicionário LASCÍVIA

  1. A palavra grega aselgeia significa desenfreada luxuria, devassidao, licenciosidade, libertinagem, deturpacao, impudencia. Foi incluida pelo Senhor Jesus Cristo na relação das coisas, mas que nascem do coração ou da natureza pecadora do homem. Ela provavelmente envolve a fornicacao e o adultério (Mc 7.22; cf. Rm 13.13). Foi usada com o sentido geral de intemperanca e licenciosidade em 1 Pedro 4.3 e Judas 4; e de sensualidade em 2 Corintios 12.21; Galatas 5.19; Efesios 4.19 e 2 Pedro 2.2,7,18.
  1. Apalavra hebraica zimma significa plano, proposito ou desejo obscuro no interior de um pensamento impio e pecaminoso, especialmente com referencia a imoralidade sexual (Jz 20.6; Jr 13.27; Ez 16.27,43,58; 22.9,11; Os 6.9).
  2. A palavra grega poneros significa imoral, no sentido de imoralidade fisica ou moral. Ela foi traduzida uma vez como “lascivo” em algumas versoes do NT (At 17.5), embora os termos “imoral” ou “iniquo” tambem sejam possiveis traducoes.

Para meditação:

Andemos honestamente, como de dia; não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidades, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências. Romanos 13:13,14

O que e Circuncisão? A Bíblia Responde.

O que e Circuncisão? A Bíblia Responde.circuncisão foi instituída por Deus nos tempos de Abraão. Era feita em uma cerimônia onde era cortada a pele que cobre a cabeça do órgão genital masculino, também chamada de prepúcio. Algo bem parecido com a cirurgia de fimose realizada em nossos tempos (veja a foto abaixo de como é a cirurgia de circuncisão). Era realizada nos meninos ao oitavo dia de vida: 
“O que tem oito dias será circuncidado entre vós, todo macho nas vossas gerações…” (Gênesis 17.12)

Qual era o significado da circuncisão?

Seu significado era bem mais profundo do que simplesmente um corte visível feito na carne. A circuncisão mostrava que aquela criança fazia parte da aliança de Deus feita com o povo de Israel. É claro que não era apenas o corte na carne que fazia com que a criança, e mais tarde o adulto, fosse alguém que andava na presença de Deus. Era necessário obediência às leis do Senhor para que, efetivamente, a circuncisão tivesse realmente valor (Romanos 2:25).

Etapas da circuncisão cirúrgica

A circuncisão também era realizada nos escravos que não tinham o sangue Israelita, mas que faziam parte do povo. “todo macho nas vossas gerações, tanto o escravo nascido em casa como o comprado a qualquer estrangeiro, que não for da tua estirpe. Com efeito, será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu dinheiro; a minha aliança estará na vossa carne e será aliança perpétua.” (Gênesis 17. 12-13)

No Novo Testamento, a palavra circuncisão também era usada para apontar para aqueles que eram Israelitas (Atos 10:45). O termo, porém, ganha um significado mais profundo nas cartas de Paulo, onde ele introduz o conceito de “circuncisão do coração”, que significa uma conversão genuína, baseada na fé e na obediência a Jesus Cristo. Deus não requer mais de nós um sinal feito na carne, mas sim um sinal feito no nosso coração.

“Pelo contrário, o verdadeiro judeu é aquele que é judeu por dentro, aquele que tem o coração circuncidado; e isso é uma coisa que o Espírito de Deus faz e que a lei escrita não pode fazer…” (Romanos 2. 29 – NTLH)

Recapitulado:

O significado da circuncisão no Novo Testamento não esta no cumprimento da lei, mas sim no sinal do povo escolhido de Deus, na historia anterior da revelação (At 10.45;11.2; Rm 3.1,2; 4.12; 15.8; G1 2.7-9,12; Ef 2.11; Cl 4.11; Tt 1.10). A circuncisão era uma parte do mandamento de Deus que continha a promessa do Messias. A verdadeira circuncisão era um selo de Fé (Rm 4.9-11). A Fé era essencial. A verdadeira circuncisão “não feita por mão [humana]” consiste em deixar de lado o “corpo da carne” pela circuncisão em O significado  da circuncisão no Novo Testamento não esta no cumprimento da lei, mas sim no sinal do povo escolhido de Deus, na historia anterior da revelação (At 10.45; 11.2; Rm 3.1,2; 4.12; 15.8; G1 2.7-9,12; Ef 2.11; Cl 4.11; Tt 1.10). A circuncisão era uma parte do mandamento de Deus que continha a promessa do Messias. A verdadeira circuncisão era um selo de Fé (Rm 4.9-11). A Fé era essencial. A verdadeira circuncisão “não feita por mão [humana]” consiste em deixar de lado o “corpo da carne” pela circuncisão em Cristo, isto e, ser sepultado com Ele no batismo e ressuscitar com Ele (Cl 2.11,12). Quem quer que sirva a Deus em espírito e glorifique somente a Cristo estará verdadeiramente circuncidado (Rm 2.28,29; Fp 3.3). O Antigo Testamento enfatiza a circuncisão tanto no sentido espiritual quanto no sentido carnal. O Novo Testamento valoriza somente o sentido espiritual ao atribuir-lhe um significado mais profundo, relacionando-a com a crucificação e a ressurreição de Cristo.

Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne. Filipenses 3:3

Por que não se faz mais a circuncisão hoje em dia nas igrejas ?

A circuncisão não é mais feita hoje em dia, pois esse sinal da aliança de Deus foi mudado por Jesus. Jesus instituiu o batismo em lugar da circuncisão. Era esse sinal que deveria ser feito nos discípulos a partir da morte de Jesus, na nova aliança: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19).

 

Quem foi Ester na Bíblia?

Quem foi Ester na Bíblia?Ester em Persa significa “estrela”, e em hebraico significa “flor de Murta”.

ESTER [Estrela] Prima e filha adotiva de MORDECAI. Ester é a personagem central do livro que recebeu o seu nome (Et 2.15). V. ESTER, LIVRO DE.

Livro que conta a história de Ester, a moça judia que se tornou rainha por haver se casado com Xerxes, rei da Pérsia. Xerxes I, chamado na Bíblia de Assuero, reinou de 485 a 465 a.C. Hamã, o primeiro ministro, planejou acabar com todos os judeus do reino. Mas Ester e Mordecai conseguiram fazer fracassar o plano perverso de Hamã, que acabou morrendo na forca que havia mandado construir para enforcar Mordecai. Para festejar a vitória contra os inimigos, os judeus começaram a comemorar a festa de PURIM, o que fazem até hoje.

Umas das grandes curiosidades deste livro, que o torna único inclusive, é o fato dele não mencionar o nome “Deus”. Ficou claro que a inspiração divina está presente no livro. Os grandes milagres narrados e a evidente soberania divina, o tornam digno do cânon sagrado. A leitura deste livro vai com certeza, inspirar você a Buscar mais de Deus.

O rei Assuero e a rainha Vasti

Tudo começa quando Assuero reinava sobre a Pérsia e certo dia convocou seus amigos, oficiais e príncipes e organizou uma festa. Na festa havia abundância de comida e bebida e o rei, chamou sua mulher, a rainha Vasti, para desfilar para seus amigos, já que ela era muito bonita.

A rainha se recusou a atender o chamado do rei e este ficou extremamente furioso. Convocou os seus conselheiros e perguntou o que deveria fazer frente a desobediência pública da rainha. Um deles lhe recomendou:

Se bem parecer ao rei, saia da sua parte um edito real, e escreva-se nas leis dos persas e dos medos, e não se revogue, a saber: que Vasti não entre mais na presença do rei Assuero, e o rei dê o reino dela a outra que seja melhor do que ela.  E, ouvindo-se o mandado, que o rei decretará em todo o seu reino (porque é grande), todas as mulheres darão honra a seus maridos, desde a maior até à menor“. (Ester 2:19)

Basicamente, o rei Assuero pediu para a rainha Vasti desfilar diante dos convidados e ela se recusou, então o rei ordenou que fosse escolhida outra mulher para ocupar o lugar da rainha Vasti.

A Rainha Ester a Nova Rainha

Por causa da desobediência  da rainha Vasti  depois de algum, o rei, por conselho de seus sábios, resolveu convocar todas as mulheres virgens e bonitas “ Época” do reino. Após uma seleção, ele iria escolher sua nova rainha.

Morava naquela cidade um homem Judeu, que tinha sido trazido cativo de Israel para a cidade de Susã. O homem morava com sua prima, Hadassa (Ester na língua dos persas), uma jovem moça muito bonita que havia ficado órfã muito cedo. Mardoqueu a assumiu como filha.

Ocorreu que Ester foi levada pelos guardas juntamente com outras mulheres ao palácio. Lá ela ficou sobre cuidado de Hagai, um dos eunucos responsáveis pelo trato feminino, este simpatizou muito com Ester e lhe acomodou no melhor lugar da casa das mulheres.

Ester não contou a ninguém que era judia, porque Mardoqueu tinha lhe advertido a não revelar de onde viera. O rei começou a chamar as moças que havia sido Escolhidas. Por fim, Ester foi chamada à presença do rei.

“E o rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e alcançou perante ele graça e benevolência mais do que todas as virgens; e pôs a coroa real na sua cabeça, e a fez rainha em lugar de Vasti”. (Ester 2:17)

O atentado contra a vida de Assuero

Mardoqueu sempre vinha visitar Ester, ficava esperando por ele na porta do palácio. Certo dia, ouviu dois servos que trabalhavam no palácio, indignados, tramando tirar a vida do rei Assuero. Mardoqueu relatou tudo isso para Ester que por fim contou a Assuero. Desmascarada a trama, os dois servos foram enforcados e o episódio foi escrito no livro de anotações reais.

Hamã e Mardoqueu

O rei Assuero decidiu honrar um homem que morava em seu palácio chamado Hamã, este era Agagita. O rei ordenou que todos se prostrassem na presença de Hamã. Mas Mardoqueu descumpria essa ordem e não se dobrava aos pés de Hamã, porque era judeu e se mantinha fiel a Deus. Alguns empregados do palácio contaram isso a Hamã e ele ficou muito irritado. Sua raiva não foi apenas contra Mardoqueu mas contra todos os judeus que viviam entre os persas.

Hamã foi falar com o rei para conseguir o seu favor contra os judeus e disse-lhe: “Existe espalhado e dividido entre os povos em todas as províncias do teu reino um povo, cujas leis são diferentes das leis de todos os povos, e que não cumpre as leis do rei; por isso não convém ao rei deixá-lo ficar. Se bem parecer ao rei, decrete-se que os matem; e eu porei nas mãos dos que fizerem a obra dez mil talentos de prata, para que entrem nos tesouros do rei“. (Ester 3:8)

O rei atendeu o pedido de Hamã e enviou um decreto alertando a todos os povos que viviam em Susã que os judeus deveriam ser mortos, tanto mulheres como crianças e velhos, no dia 13 do mês de Adar. Os judeus não poderiam se defender, nem fugir.

O luto do povo e a resposta de Ester

Quando Mardoqueu ficou sabendo do decreto do rei ele rasgou as suas vestes e se vestiu de pano e cinzas. Essa prática era tradição entre os judeus para expressar tristeza. Mardoqueu se dirigiu a entrada do palácio e lá pranteou a situação de seu povo.

Um dos servos de Ester lhe contou tudo o que havia acontecido no reino, e o decreto que o rei havia proposto contra os judeus. Ester enviou um de seus servos para dizer a Mardoqueu:

– Não há nada que eu possa fazer. Você sabe qualquer um que se apresentar diante do rei sem ser chamado é morto. E eu não fui mais chamada, não tenho mais acesso ao rei.

Então Mardoqueu disse a Ester:

Não imagines no teu íntimo que, por estares na casa do rei, escaparás só tu entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? (Ester 4: 13-14)

Antes de toma Qualquer decisão, devemos fazer que nem Ester Orar a Deus Primeiro.

Ester respondeu:

Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas servas também assim jejuaremos. E assim irei ter com o rei, ainda que não seja segundo a lei; e se morrer, morri. (Ester 4:16)

Então Mardoqueu falou a todo povo conforme Ester lhe pediu.

O convite de Ester

Ester vestiu suas melhores roupas e entrou no pátio interno do palácio do rei. Ao avistá-la, o rei se agradou de Ester e estendeu o cetro de ouro para ela, o que simbolizava que ela não seria morta se chegasse perto dele.

– O que você quer minha rainha? Você sabe que eu te daria até metade do meu reino! – falou Assuero

– Obrigada meu rei, mas apenas peço que você e Hamã compareçam ao banquete que eu vou preparar.

O rei concordou. Ele e Hamã foram ao banquete e estando os dois sentados a mesa Ester ainda fez mais um pedido:

– Meu rei, venha você e Hamã novamente a um banquete que vou preparar amanhã e lá eu lhe farei um pedido especial.

Hamã saiu do banquete muito alegre, se sentia honrado por ter sido convidado por Ester. Quando saia do palácio cruzou com Hamã na porta de entrada do palácio, ao observar que ele não se curvou ficou muito brabo, mas se conteve e foi para casa.

Chegando em casa, convidou seus amigos e sua mulher para uma festa e durante a festa se gabava contando aos convidados sobre suas riquezas e sobre a honra que o rei lhe concedera.

– Contudo tudo isso não me satisfaz, enquanto eu não vir aquele judeu Mardoque se curvar diante de mim – disse Hamã.

Então a mulher de Hamã e seus amigos lhe deram o seguinte conselho:

Faça-se uma forca de cinquenta côvados de altura, e amanhã dize ao rei que nela seja enforcado Mardoqueu; e então entra alegre com o rei ao banquete. (Ester 5:14)

Esse conselho  agradou muito a Hamã, tanto que decidiu pô-lo em prática.

Meu irmão Deus honra aquele quer e Fiel a Ele.

A insônia do rei

O rei Assuero, naquela noite, perdeu o sono e mandou que lhe trouxessem o livro de registro de crônicas, onde ficava escrito tudo o que acontecia no palácio.

Os seus servos leram sobre a denuncia que Mardoqueu fizera e sobre a trama de assassinato de dois camareiros. O rei perguntou:

– Que recompensa foi dada a esse homem que salvou minha vida?

– Nada foi feito – responderam os servos.

Nessa mesma hora entrou Hamã decidido a pedir que o rei enforcasse a Mardoqueu.

– Que se fará com o homem a quem o rei deseja honrar, Hamã? – imediatamente perguntou ao rei ao vê-lo.

Hamã supôs em sua mente que esse homem fosse ele mesmo, então respondeu:

– Tragam a veste real que o rei costuma vestir, como também o cavalo em que o rei costuma andar montado, e ponha-se-lhe a coroa real na sua cabeça. E entregue-se a veste e o cavalo à mão de um dos príncipes mais nobres do rei, e vistam delas aquele homem a quem o rei deseja honrar; e levem-no a cavalo pelas ruas da cidade, e apregoe-se diante dele: Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar! (Ester 6:8,9)

Ótima ideia! Faça exatamente isso a Mardoqueu! Pois ele salvou a minha vida e eu não lhe retribui. Então Hamã cumpriu a ordem do rei e fez exatamente tudo quando sugeriu. Andou com Mardoqueu montado em um cavalo anunciando “Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar”

Voltou para casa extremamente entristecido e contou tudo a sua mulher que lhe disse:

Visto que Mardoqueu, diante de quem começou a sua queda, é de origem judaica, você não terá condições de enfrentá-lo. Sem dúvida, você ficará arruinado!” Ester 6:13

Nesse momento os servos do rei vieram buscar Hamã para o jantar de Ester.

A petição de Ester

O rei Assuero e Hamã estavam reunidos com Ester a mesa. E o rei mais uma vez perguntou o que está queria lhe pedir. Ester respondeu:

Se, ó rei, achei graça aos teus olhos, e se bem parecer ao rei, dê-se-me a minha vida como minha petição, e o meu povo como meu desejo.

Porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem, e aniquilarem de vez; se ainda por servos e por servas nos vendessem, calar-me-ia; ainda que o opressor não poderia ter compensado a perda do rei. (Ester 7:3-5)

E Assuero respondeu a Ester:

– Minha rainha, quem é este homem que planejou fazer essas coisas que você está dizendo?

– Este homem mau e opressor é Hamã.

Quando ouviu isso, o rei saiu esbravejando para o pátio interno do palácio e Hamã se jogou aos pés de Ester para implorar por sua vida. Quando o rei voltou Hamã estava deitado aos pés da cama de Ester.

– Você também quer forçar a minha esposa na minha frente? –  falou Assuero muito irritado.

Tendo dito isso, o rosto de Hamã foi coberto.

Um dos camareiros do palácio disse:

– Este homem Hamã construiu uma forca, para enforcar o judeu Mardoqueu, o mesmo que livrou o senhor de ser morto.

– Enforcai-o nela, decretou Assuero.

Enforcaram Hamã na forca que ele havia preparado para Mardoqueu e assim o rei ficou mais calmo.

Ester e Mardoqueu são honrados

Após estas coisas o rei deu a Ester a casa de Hamã e deu a Mardoqueu o seu anel real que antes pertencia a Hamã.

Ester ainda se lançou aos pés do rei e chorou e implorou por seu povo. Porque o decreto contra eles ainda vigorava e seria cumprido dentro de algum tempo.

Ester pediu para que o decreto fosse revogado, mas o rei respondeu:

“Escrevei, pois, aos judeus, como parecer bem aos vossos olhos, em nome do rei, e selai-o com o anel do rei; porque o documento que se escreve em nome do rei, e que se sela com o anel do rei, não se pode revogar”. (Ester 8:8)

Ester e Mardoqueu escreveram um outro decreto que convocava todos os judeus de todas as províncias a se defenderem e lutarem por suas vidas contra todos que tentassem atacá-los.

E para os judeus houve luz, e alegria, e gozo, e honra. (Ester 9:16)

Por onde era anunciado o novo decreto os judeus se alegravam e faziam festa. Muitos dentro os povos que moravam perto se fizeram judeus porque tiveram temor.

 A vingança dos judeus

Chegou o dia marcado para o extermínio dos judeus, conforme Hamã havia decretado anteriormente. Mas nesse dia, ao invés de serem massacrados, os judeus se vingaram de todos os povos que os odiavam. Os 10 filhos de Hamã foram todos mortos.

A festa de Purim

Depois desses acontecimentos os judeus começaram a comemorar a festa de Purim. Purim significa sorte e faz uma alusão a maneira como Hamã escolheu a data do massacre dos judeus (lançando sorte).

Fontes: Dicionário Bíblico; Bíblia de Estudo Pentecostal, Pesquisa na Internet.

Dízimos e Ofertas

Dízimos e Ofertas

Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. Malaquias 3:10

A palavra “dízimo” vem da palavra hebraica “malaser” e da palavra grega “dekate”, e traduzido significa “um décimo”. Todos nós sabemos que “um décimo” é 10%. Portanto, sabemos que a quantia do dízimo deve ser 10% porque este é o significado da palavra.

Hoje em dia achamos que tudo que conquistamos e por nossos esforços e méritos e capacitação nossa mais se olhamos na Bíblia Sagrada nossos pensamentos estão errados.
Desde que DEUS criou tudo e todas as coisas foi obra Dele, deles somos administradores do que e seu pertences. Vamos estudar o que a Bíblia diz sobre isso:

Na lei de DEUS, os Israelitas já tinha a obrigação de entrega a décima parte dos animais, produtos da terra como gratidão a Deus pelas Bênçãos Obtidas. (Lv27:30-32, Dt 14:22-29). O dízimo era usado para cobrir as despesas e sustentos dos sacerdotes.
Deus e o dono de Tudo, sendo assim, ninguém Possui nada, a Ele devem o fôlego de vida. (Jó1:21, Jo3:27 ). Na lei sobre o dízimo Deus só ordenou que devolvesse parte daquilo que tinha dado. Além do dízimo, os Israelitas tinha que traze ao Senhor muitos Sacrifícios ao Senhor.

Levítico Descreve vários tipos Oferendas:

O holocausto( Lv 1:6,8-7)
Oferta de Manjares ( Lv2:614-23)
Oferta Pacifica ( Lv 5.4-6.7) oferta pelo pecado, oferta pela culpa e outras ofertas além dessas os Israelitas podiam apresenta ofertas voluntarias ao Senhor. Algumas eram repetidas em tempos determinados. ( Lv 22:18-6.7)

Agora te pergunto naquele tempo se formos observa era bem mais do que 10%, você concorda?

Deus é o Dono de tudo (Colossenses 1:16). Todas as coisas pertencem a Ele, pois Ele é Criador e responsável pela nossa vida (Salmo 145:15, 16).

Mesmo sendo o Dono de tudo, Deus confiou ao homem a administração da terra e dos seus recursos (Gênesis 1:28; 2:15). Os israelitas foram ensinados a adorar a Deus com o dízimo, ou seja, 10% de tudo o que se produzia. Abraão já tinha esse costume (Gênesis 14:18-20), que perdurou no Novo Testamento (Mateus 23:23; Hebreus 7:2). Além dos dízimos, as ofertas também são mencionadas (Êxodo 36:3; Deuteronômio 16:17, 1 Coríntios 16:2). Enquanto o dízimo aponta nossa fidelidade a Deus, as ofertas revelam nossa gratidão (2 Coríntios 9:5).

QUAL A FINALIDADE DOS DÍZIMOS NO ANTIGO TESTAMENTO? Números 18:21

Os dízimos no AT eram destinados à manutenção da tribo de Levi. Os levitas eram os líderes espirituais e responsáveis pelos serviços do santuário. No NT, o dízimo era empregado para manter os pregadores do evangelho (1 Coríntios 9:14).
QUEM NÃO OFERTA NEM DEVOLVE O DÍZIMO? Malaquias 3:8-10
Quem não é fiel a Deus neste aspecto, está retendo o que não lhe pertence. Quem não e fiel no muito, muitos menos no pouco.

Fidelidade
Tudo pertence a Deus. Nem nós somos de nós mesmos, sabia? 1 Coríntios 6:19, 20 diz: “Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo… e que não sois de nós mesmos?” Nosso corpo, nossos talentos, nosso tempo, nossas posses e bens pertencem a Deus.
O que somos então? Segundo a Bíblia, mordomos. Deus nos deu a sagrada responsabilidade de administrarmos o que pertence a Ele. Em sentido amplo, a mordomia envolve o uso sábio, fiel e abnegado da vida.
A fim de lembrar ao ser humano que Ele é a fonte de todas as bênçãos, Deus instituiu o sistema de dízimos e ofertas. Esse é um meio, portanto, de louvor e adoração a Deus, em resposta ao que Ele fez e faz por nós.

PROPÓSITO DOS DÍZIMOS E OFERTAS 

O dízimo é sagrado, santo. Ele pertence a Deus (Levítico 27:30, 32). Por isso, não damos o dízimo, mas sim devolvemos o que é de Deus.

* Os dízimos servem exclusivamente para a pregação do evangelho, para a manutenção dos pastores de tempo integral e dedicação exclusiva à pregação (1 Coríntios 9:14). Em Israel, o dízimo era usado exclusivamente para os levitas (Números 18:21, 24).

* O dízimo deve ser entregue à Igreja (Malaquias 3:10), que estabelece uma base salarial única e remunera os seus pastores de modo equitativo, de maneira que o pastor de uma Igreja pequena ganhe igual ao de uma grande. Essa é a prática da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

*  As ofertas são necessárias para construir, manter e operar as igrejas (pagando contas de limpeza, luz, água), e para empreender a obra médico-missionária, demonstrando o significado prático do evangelho.

* Os dízimos e as ofertas servem para tirar o egoísmo do nosso coração e nos ajudam a colocar nossa confiança não no dinheiro, mas em Deus (Lucas 12:15). Como resultado desse relacionamento de confiança, teremos mais sabedoria para gastar o dinheiro, pois adquirimos uma perspectiva correta da nossa escala de valores, sabendo, assim, diferenciar o que é realmente essencial daquilo que é supérfluo. Também saberemos usar as coisas e amar as pessoas, jamais o contrário.
O Senhor nos ensina a ofertarmos humildemente e em sinceridade, não por ostentação ou interesse (Lucas 21:1-4).
A devolução dos dízimos e ofertas coloca Deus e o homem em suas devidas posições: Criador e criatura, Doador e receptor, Deus e mordomo.

Assim, devemos ajudar a “igreja” em todos os aspectos e não ficarmos limitados a 10%, mas sim NAQUILO QUE O ESPÍRITO SANTO TOCAR EM NOSSO CORAÇÃO.

VOCÊ ESTÁ LIVRE, LIBERTO PARA CONTRIBUIR, DE ACORDO COM O SEU CORAÇÃO.

ENTRETANTO….. SE AMAR MAIS AO DINHEIRO DO QUE A DEUS………..

Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom (MATEUS 6:24).